O
período de preparação para provas de concursos vem com altos e baixos, mas é
possível passar por crises e continuar forte na luta.
Ser
um estudante com todos os requisitos exigidos pelo “mercado dos concursos” pode
parecer uma tarefa extremamente complicada. Mas não é preciso ser “super-herói”
para alcançar a aprovação. Ficar atento ao que acontece à sua volta já ajuda
bastante! Reunimos em tópicos várias dicas para que você, estudante, caminhe
neste território inóspito dos concursos com alguma segurança de que está
seguindo uma trajetória segura.
Síndrome
da competição
Quando
se trata de concursos, estabilidade e planos de vida são os peões do jogo,
assim, os instintos de sobrevivência ficam aguçados, aumentando o
individualismo e a competição. É preciso resistir a entrar nesse jogo nada
saudável. A estratégia é ficar atento a fatores que levam à competição entre os
concurseiros: provocações, atitudes egoístas, críticas de colegas e puxadas de
tapete. Quando presenciar um desses movimentos, é preciso agir positivamente,
tentando criar um ambiente de cooperação e colaboração, estabelecendo
parcerias. Desta forma, todos ganham.
Driblando
a fofoca
A
internet é um local perigoso para concurseiros mal informados. Nas redes,
fóruns e blogs você pode encontrar gente bem intencionada, que se ajuda e
compartilha fatos e arquivos válidos, mas também há aqueles que gostam de
atrapalhar, soltando falsas esperanças sobre concursos que nunca virão, ou
dados atrapalhados para confundir quem está se preparando. Fique atento! Pois
quando não há informação transparente sobre os rumos de determinado concurso,
os boatos invadem os bate-papos. Tudo vira motivo de especulação. A fofoca
ajuda a informar, mas aumenta a insegurança.
Por
isso, procure sempre sites e blogs confiáveis para confirmar as informações que
você ouviu de “amigos”. Assim, você evita gastar energia com boatos e passa a
focar no que interessa de verdade, sem passar rumores adiante.
Evitando
a tensão
A
pressão por resultados leva muitos estudantes a cometerem excessos, como longas
jornadas, descuido com a alimentação e poucas horas de sono. Receber e repassar
a tensão vira um hábito viciante. Praticar atividades físicas e sair com amigos
ajuda a tirar a cabeça do vício dos concursos, pois encontrar uma válvula de
escape é importante para manter o equilíbrio e a aliviar a tensão. Definir
prioridades e negociar prazos também ajuda a aliviar a sobrecarga de
atividades.
Enfrentando
a paralisia do rendimento
Com
as regras para elaboração de concursos em ano eleitoral, a partir do último dia
05 de julho passou a vigorar a norma de que as nomeações dos aprovados no 2º
semestre de 2014 só acontecerão de janeiro de 2015 para frente. A medida se
aplica somente às esferas de governo em que ocorre a eleição (federal e
estadual). A admissão em âmbito municipal poderá ocorrer sem restrições. Mesmo
assim, os mais ansiosos não conseguem conter a frustração de estudar com afinco
e ainda assim ter que esperar até o próximo ano.
A
mesma angústia afeta àqueles que nem mesmo foram ainda aprovados, mas já
vislumbram a espera caso passem nos concursos realizados a partir de agora. Mas
se deixar consumir pelo desânimo só vai prejudicar o rendimento. A melhor
atitude é manter o ritmo e aguardar os resultados. Concentre-se no cronograma e
faça o seu trabalho, revise constantemente seu desempenho, tente cumprir as
metas dentro do prazo e peça ajuda de especialistas se for o caso. Haverá muita
gente reclamando e lamentando e é difícil resistir ao clima ruim. Mas NUNCA
fique apenas esperando as coisas acontecerem. Aqueles que souberem aproveitar o
momento para demonstrar iniciativa tendem a conquistar mais espaço.
Surto
de fuga
Cair
fora é uma reação comum de quem se vê pressionado. Mas há fatores a considerar
antes de uma decisão drástica. Um deles é analisar se o concurso vislumbrado
oferece boas perspectivas de crescimento. Obseve os salários, os benefícios e
as funções do cargo. Não estando satisfeito, talvez seja o caso de escolher
outro concurso para um cargo com outras atribuições, com as quais você se
identifique mais e se sinta confortável com os benefícios. Antes de tomar
qualquer decisão, é preciso avaliar muito bem a situação real do seu empenho em
proporção as vantagens oferecidas pelo cargo público. Coloque tudo na balança.
Dificilmente a melhor escolha será desistir.
Fonte:
CERS/Ana Laranjeira


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