O
Coordenador Pedagógico do CERS Cursos Online reúne as cinco principais atitudes
a serem tomadas por quem deseja uma vaga em alguns dos certames mais
concorridos do país
Técnico
e Analista. Quando esses dois cargos surgem juntos e antecedidos pelas palavras
“Vagas para”, pode ter certeza que a metáfora com um formigueiro é pouca para
representar o número de concurseiros que se alistarão às oportunidades. Quando
as chances são abertas por tribunais, então, a concorrência é ainda maior.
Já
falamos aqui no Portal de Notícias do CERS sobre o sonho de tantos concurseiros
em ocuparem uma vaga, de nível médio ou superior, nos TRF’s, TRE’s, TJ’s, e
outros, espalhados pelo país. E foi para todos estes que convocamos o professor
Rodrigo Bezerra, Coordenador Pedagógico do CERS Cursos Online, à realização de
uma lista com os cinco itens mais importantes para quem escolheu começar a
caminhada rumo à aprovação em algum concurso de tribunal.
Confira
abaixo a lista completa:
1
– Escolha “O” tribunal
A
melhor coisa a se fazer de início? Escolher, exatamente, o tribunal para o qual
você quer estudar. As especificidades de uma prova do TRF, por exemplo, são
muito mais complexas em comparação às do TJ. O mesmo vale para concursos do
TRT. Ou seja (para os mais teimosinhos e que ainda não aprenderam uma das
lições básicas do universo concurseiro): não adianta estudar para todos os
certames de tribunal ao mesmo tempo. Escolha um e aplique-se!
2
– Escolha “O” cargo
“Tenho
ensino superior completo e o tribunal para o qual quero prestar concurso oferece
vagas de analista para a minha área e também para nível superior, independente
do curso. E aí, devo fazer ou é melhor escolher um cargo de nível médio por
segurança”?
Uma
das perguntas mais frequentes realizadas por concurseiros. Como afirmou Einstein,
tudo é relativo. Como anda o seu preparo para encarar um certame de tribunal?
Você já vem estudando? Já realizou outros concursos anteriormente e aprovou seu
desempenho, mesmo não tendo alcançado a aprovação ainda? Se sente seguro para
topar uma prova para analista, com toda a complexidade de uma seletiva de nível
superior em tribunal? Se todas as suas respostas às perguntas anteriores foram
“NÃO”, talvez seja melhor começar, pelo menos como primeira experiência,
mirando uma vaga de técnico, familiarizando-se com o estilo das provas, com o
clima do universo concurseiro, e aí então, ganhando autoconfiança para ir bem
mais ciente de onde pisa, num próximo concurso de nível superior.
Mas
também há a possibilidade de que você tenha concluído a graduação e agora tenha
“todo o tempo do mundo” para estudar visando um concurso público. Nesse caso,
se a dedicação for total e havendo um bom intervalo entre o início da
preparação e o concurso, vale a pena arriscar um primeiro voo mais alto. Para
todos os efeitos, porém, sempre haverá a favorável alternativa de começar
disputando a vaga de técnico.
3
– Familiarize-se com a banca
Escolheu
o tribunal? Escolheu a vaga? Se não houver edital lançado ainda, nem banca
escolhida, procure qual foi a responsável pelos últimos concursos da mesma
instituição, com vagas para o mesmo cargo escolhido, e entenda qual o perfil
desta organizadora (que muito provavelmente deve voltar a atuar em um novo
concurso do mesmo órgão). Veja prazos, conteúdos programáticos e todos os
detalhes dos últimos editais. A grande banca de dezenas de concursos voltados a
tribunais é a FCC, com provas mais centradas na letra da lei. Vale a pena se
inteirar sobre ela.
4
– Destaque suas matérias específicas
Seja
TRT, TRE, TRF, em qualquer concurso de tribunal, principalmente para as áreas
de analista, existem disciplinas específicas e estas precisam se tornar o mote
principal do candidato. É preciso ter um aprofundamento maior em matérias como
Direito Constitucional, Administrativo, Civil e Processo Civil, Penal e
Processo Penal, enfim, uma série de ramos da área do direito, que surgem como
disciplinas específicas em concursos de tribunais.
5
– Depois das específicas...
É
hora de garantir o máximo de conhecimento em português, raciocínio lógico,
informática, enfim, as disciplinas mais “gerais” e que fazem toda a diferença
no score final do concurso. Em alguns, português chega a ter 50% do peso da
avaliação. Então, foco nas específicas mas sem esquecer estas que podem ser o
grande trunfo da aprovação mas também podem ser as responsáveis por um
afastamento das vagas.
Gostou
dessas dicas? O Professor Rodrigo Bezerra já preparou mais cinco e que estarão
em breve aqui no Portal de Notícias do CERS. Enquanto isso, comece a sua
preparação para concursos de tribunais.
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já para um curso de Tribunal do CERS (clique aqui).
Fonte: CERS/Por Rodrigo Rigaud


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